31 julho, 2015 |Estética dental |Nenhum comentário
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Aparelho lingual: tratamento sem sorriso metálico

Quem precisa corrigir o posicionamento dos dentes, mas não quer mostrar um sorriso metálico, pode optar pelo aparelho lingual. Ele é parecido com o convencional, com a grande diferença na localização dos bráquetes (partes metálicas), que ficam coladas na parte de trás dos dentes.

Além disso, segundo o ortodontista Marcelo Frederico Pazotto, CROSP 62326, o aparelho lingual é modificado para permitir movimentações dentárias e biomecânicas. “Em geral, sua estrutura é minimizada para que não cause desconforto”, diz. Esse tratamento é utilizado por pessoas públicas, modelos, jornalistas, executivos e quem mais não se sinta bem com o aparelho convencional.

O principal benefício é a estética, já que ele é o único aparelho ortodôntico 100% “invisível”. “O segundo fator é que trata todo tipo de má oclusão sem requerer muita atenção do paciente, diferentemente das placas alinhadoras transparentes, que, além de não serem totalmente invisíveis, demandam colaboração do usuário para utilizá-las por cerca de 20 horas por dia, devendo ser retirada para a higienização bucal e durante as refeições”, explica Marcelo.

A contraindicação do aparelho lingual é a mesma do convencional, como, por exemplo, para pessoas com problemas periodontais graves não tratados – o que o ortodontista irá identificar antes de indicar o tratamento correto.

Os cuidados também são os mesmos. O aparelho lingual demanda um excelente cuidado com a higiene, pois geralmente “o que nos não vemos não conseguimos limpar corretamente“, lembra o dentista.

“É preciso ter uma excelente escovação e usar sempre o fio dental. A utilização de escovas específicas (como as interdentais) juntamente com a convencional e o bochecho com enxaguantes orais também são muito recomendados”, lista Marcelo. Além do acompanhamento do dentista, que pode optar por outras formas de higienização e controle.

O valor do aparelho lingual varia conforme seu tipo e complexidade, de caso a caso, mas, normalmente, custa o dobro do convencional, de acordo com o profissional.

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