20 março, 2015 |Estética dental, Notícias |Nenhum comentário
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Enxerto gengival

A gengiva é a moldura do sorriso e o que protege a saúde bucal. Porém, com o tempo, pode ficar danificada ou recuar. Entre as causas, estão trauma oclusal, tratamento ortodôntico ou escovação dentária traumática, segundo o cirurgião-dentista Rodrigo Tadashi Martines, mestre e especialista em Implantodontia, CROSP 60052.

O enxerto é feito com a transposição de gengiva de uma região de maior volume para outra, onde houve a perda. “Geralmente esse procedimento é indicado em situações em que se deseja tratar as recessões gengivais que, além do fator estético, tem a função de proteger a raiz ou implante dental”, afirma Rodrigo.

A gengivite e periodontite também podem causar a retração da gengiva. “Depois do tratamento, o dentista pode sugerir recuperar os danos causados por essas doenças”, diz o profissional. Às vezes, ainda, o enxerto é considerado apenas devido à estética – em alguns casos de extrações dentárias.

Por ser um procedimento cirúrgico, o enxerto gengival deve ser feito quando a pessoa está com boas condições de saúde (sistêmica e bucal). “É uma cirurgia complexa que envolve duas áreas a serem manipuladas: a doadora do enxerto e a receptora. Ela tem duração de 1h a 1h30”, explica o dentista.

Durante o procedimento, a utilização de anestesia local propicia conforto ao paciente. “No pós-operatório, pode haver certo desconforto na área doadora. É preciso evitar alimentos e líquidos ácidos nesse período”, recomenda Rodrigo.

Em casos de cuidado estético sem a necessidade do enxerto, há a opção da plástica na gengiva, que melhora o contorno dos dentes. Outro tratamento estético é o do peeling gengival, que remove as manchas no local.

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