24 fevereiro, 2017 |Curiosidades, Estética dental, Saúde bucal |Nenhum comentário
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Novos recursos para um sorriso saudável

Com o avanço da tecnologia, a odontologia adesiva vem se desenvolvendo de forma acelerada em todo o mundo. Segundo Dr. Marcelo Kyrillos, especialista em odontologia adesiva, o desafio constante dos cirurgiões-dentistas é dominar alguns conceitos e princípios básicos que se aplicam a todos os sistemas adesivos, além de adquirir experiência e habilidade técnica.

A odontologia adesiva trabalha com fragmentos e facetas ultrafinas, preservando a estrutura do dente quando bem executada. O resultado disso é o paciente adquirir um sorriso saudável, harmônico e natural. De acordo com Kyrillos, atualmente “conseguimos preservar ao máximo até mesmo o esmalte do dente”. Para ele, os melhores candidatos a esse tratamento são pessoas com “dentes muito espaçados, mal posicionados ou irregulares, mas que tenham oclusão estável e nenhum problema severo na articulação temporomandibular (ATM)”.

Vale lembrar e reafirmar que essa técnica não é indicada para crianças e ou pacientes com um ou mais dentes anteriores muito escurecidos, ou até mesmo pessoas que têm próteses. Por serem confeccionadas em cerâmica ou porcelana, as facetas (ou lentes de contato, como são conhecidas), possuem grande aderência ao dente, sendo coladas ao esmalte: isso faz com que a “lente” adquira a mesma resistência ao desgaste do que o esmalte, com grande durabilidade. É importante ressaltar que os cuidados bucais sejam frequentes para que o tratamento continue com qualidade e excelência.

Manter uma dieta saudável, sem ingerir alimentos que causam manchas com frequência, garante uma durabilidade maior do tratamento, mantendo a cor saudável do sorriso. Toda a manutenção das facetas deve ser feita ao longo do tempo, a fim de “evitar ou minimizar esses inconvenientes. O sistema ideal de odontologia adesiva implica em restaurações sem folga, adesão de alta resistência, biocompatibilidade, resistência à umidade e, principalmente, tratar dentina e esmalte simultaneamente”, disse Kyrillos.

Fonte: Dr. Marcelo Kyrillos – especialista em Odontologia Adesiva.

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